Sem tela não precisa significar sem ajuda do adulto
Um brinquedo não substitui automaticamente o celular. Para ganhar espaço na rotina, ele precisa estar acessível, ser apresentado em um momento possível e ter uma proposta que a criança consiga iniciar.
Nos primeiros usos, alguns minutos de presença adulta podem ajudar mais do que comprar outro produto. Depois que a brincadeira ganha um caminho conhecido, a criança pode retomá-la com mais autonomia.
- deixe poucas opções visíveis por vez
- mostre uma possibilidade sem controlar toda a brincadeira
- alterne os brinquedos em vez de expor tudo sempre
- considere energia, fome e cansaço do momento







